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terça-feira, julho 10, 2007

Não tenho mêdo de fantasmas


Ontem passou um filme esquisito na globo.
Eu tenho mais de 100 canais.
Já disse que sou viciada em televisão, serie de televisão, enfim, adoro a telinha.
Mas a "golobo" é "das" que menos vejo.
Ontem era um filme de terror e eu não gosto.
Mesmo assim, fiquei rodando os canais, tal qual homem em frente a televisão, como que atraída, vira e mexe, eu passava pelo bendito canal do terror....
Hoje, revendo meus textos para colocar um post, encontrei esse e vou "re-postar"!
"tem épocas que eu tenho medo de ficar sozinha em casa.
isso acontece quando vejo uns filmes meio punks... ai, começo a ver menininhas andando pela casa..., sombras nas paredes... cheiro de flor, cheiro de velas...sério, até a mali entra no clima e quando a gente tromba na virada do corredor!!??? santo cristo, é uma gritaria só....cada berro, de arrepiar!tem um caso, meio sinistro, meio engraçado, mas jurooooo, é verdadeiro :
Um dia, anos atrás, voltando da aula, eu entro no onibus, "lotação" cheia, quando alguem fala pra mim: - ô dona, pode sentar , a senhora tá carregando muitos livros. eu olho pro banco do "busum" e digo: - sentar aonde meu senhor? tem gente ai... então, com cara de tenebroso, o homem da lotação me olha e fala: - ô dona, tem ninguem ai não!! se num vai sentá, sento eu... e, rápido, passa na minha frente e assenta no banco! foi quando eu apavorei!!! tinha uma moça sentada lá, que enquando o homem se esburrachava no banco, sorriu, passou por mim, me olhou fixo e sumiu... !!!gente, não duvidem...eu já vi duentes, fadas e fantasmas..."

24 comentários:

Lord Broken Pottery disse...

Marília,
Ainda bem que você estava atenta. Já imaginou o mico de sentar no colo da moça? Também tenho medo de fantasmas, mas não conta pra ninguém.
Beijão

Anderson-kbça disse...

Acho quele filme um pouco nojento, sem-graça, estava cansado, fui dormir cedo... Ganhei a assinatura da tv a cabo, e vai ser dificil ver os canais abertos agora, exceção para a novela, segundo a Flávia.

Gosto de ver esses filmes, apesar de também ter medo de ficar sozinho em casa, ouvir barulhos na cozinha, essas coisas.

e não duvido mesmo.

bom dia!!

tati sabino disse...

Ah..Nossa!! eu nem vejo esses filmes, pq se não eu não durmo...rs, e qto a ver fantasmas..pela amor de Deus!!! Já morro de medo sem ver, imagina vendo... acho q teria um ataque cardíaco..haha
Ah...bjão!
Ótima semana!!

luma disse...

Marília, não se faz uma coisa dessas! e agora o que eu faço quando cruzar com alguma pessoa que não conheço?
.
.
.
Não conte essa historinha para as crianças, viu? (rs*)

Bom dia!! Que bom que é dia!! Beijus

Yvonne disse...

Marília, você tem muita mediunidade. Talvez essa característica seja um dos motivos de você ficar meio triste as vezes. Pense sobre o assunto. Beijocas

O Meu Jeito de Ser disse...

Eu heim?
Sai fora, ainda se fosse um gatão, aposto que tinha sentado.
Mas uma moça, e ainda por cima fantasma, credo!
Dei boas risadas, não tenho medo não.
Me dou bem até com eles, os fantasmas.
Beijos

Priscila Pires disse...

ai que sinistro mesmo!!!! eu qdo pequena morria de medo dessas coisas...nunca procurei saber mas vivia vendo vulto, sentindo uns calafrios estranhos...
"yo no creo en las brujas pero que las hay las hay"

perdidinha... disse...

credo marilia...
credo vezes 10!rs...
mas que quando meu tio morreu a casa toda cheirava ao perfume dele isso eu senti e ninguém precisa duvidar... e olha que eu sou meio cética em relação a isso, viu?
pq se não fosse não conseguiria trabalhar.
beijocasssssssssssssssss.

Zé Pereira Pictures Inc. disse...

Marília,

fiz propaganda do seu post lá no meu Blog, pode? (bom, já que eu fiz mesmo, que importa perguntar agora?)

"Olhos Famintos 2" é um clássico do cinema, como "Aladdin", "Casablanca" e "Rollerball: caçada muito louca".

Ainda estou sentindo medo do filme, não pelo enredo ou pelos sustos, mas devido aos efeitos especiais 'trash'. A história é tão bacana e os heróis tão bem interpretados, que você torce pelo monstro. Ou, pelo menos, que apareça o Charles Bronson e mate todo mundo.

Bom, depois te conto a história da menininha com a cara colada (e sorrindo) no vidro do box durante o banho.

Ou do velhinho em pé ao lado da cama, olhando com cara de doidão.

Ou o caroneiro que surgiu, do nada, no banco de trás do carro, numa viagem noturna.

Beijos,
Felipe.

Mônica Montone disse...

Kkkkkkkkkkk, adorei!!!

Eu também sinto umas coisas esquisitas as vezes, uns barulhos pela casa e tal, mas não tenho medo, não, rsrsr*

beijos, bela

MM

ps: seu livro está a caminho, viu?! respondi seu e-mail, obrigada :o)

valter ferraz disse...

Marilia, tô te falando, esse rivortril é do paraguai, muíe!
Melhor ficar só nas vodka, né?
Beijão, menina

Yvonne disse...

Amigo(a), este é um comentário padrão que eu vou escrever para todos os blogueiros que são do Rio ou que amam a minha cidade natal. Por favor, leiam o meu último post e caso sintam que o que eu falei tem algum cabimento, escrevam os seus posts também, caso queiram. ISSO NÃO É SUGESTÃO DE BLOGAGEM COLETIVA, é apenas o direito de defender uma cidade.
Beijocas

perdidinha... disse...

sou enfermeira...
dá pra entender que ou eu tenho uma postura "meio distante" ou não trabalho, né?
beijocassssssssssssss de novo amiguinha!

marilia disse...

ah gente, o fime´e de medão!!
e qu'eu vejo o povo qui já morreu vejo mesmo...
vc tem razão Yvonne, sou medium, se é que esse o nome de quem vê pessoas que já morreram...já passei muitos momentos nos quais paralisei de medo, mas dei conta...acredita que dou mais conta de fantasma que de cachorro...
Ô felipe...claro que pode! adoro sua banda!!!è tudo cruzeirense mermo...faz mal pra muié não!!!! ahahahaha
Gente, no fundo, acho que todos nós temos uma histórinha meio sinistra pra contar, um medinho sul-real ( alvarenga's vocabulárius...)já vivido, fala sério?
Yvonne, vamos todos lá ler seu post pra saber o que fazer...bjos!

marilia disse...

Esqueci..Ô valter, deixa de ser besta homi ...rsss
naquela época eu num tomava rivotril inda não...rsss
a droga era aquela...a natureba, a famosa...rsssss
bjos

Eduardo P.L. disse...

Existem sim! Para quem acredita!

Bjs

Mário disse...

Hehe, Marília! Muito bom mesmo. Tô falando da sua mediunidade e não só do post. Vai pela Yvonne que já percebi que ela sabe muito. Troca umas idéias com ela por e-mail.
Forte Abraço, minha amiga.

Márcia(clarinha) disse...

AFF! Gosto dessas coisas não, nunca tive pique pra isso,rss
Linda noite,flor
beijos

naenorocha1@hotmail.com disse...

Eu ando meio arredio com relação aos programas de televisão, nem o Jornal Nacional eu estou vendo mais. E isso já vão pra mais de quatro anos.
Mas quando eu curtia, e acho que deixei por que as notícias são as mesmas de fazer você deixar a comida no prato, eu dormia com ela ligada.

Um beijo minha nova amiga
Naeno

Meire disse...

Curuisqueredo colega...eu hein..me deu uma meda de ca' tamem...bjs

Meire disse...

Curuisqueredo colega...eu hein..me deu uma meda de ca' tamem...bjs

kika disse...

idi, 1 semana depois que o bororo se foi, eu acordei toda suada e chorando. ele tava assentado na minha cama, demaos dadas comigo me contando como tinha sido seu acidente. levantei enlouquecida,liguei pra tia olga e o laudo da pericia tinha acabado de sair, resultado, foi exatamente o que ele havia me dito. nao sei ate hoje, se amei o acontecido ou se nao, mas tenho a certeza de que isso tudo acontece mesmo, somos mediuns. o dia que quiser te levo no centro da leopoldina, la e maravilhoso. bom trabalho, te ligo, beijocas.

Adelino disse...

Marialia, você quer mesmo que a gente acredite nessa história do ônibus? Se quiser eu até acredito, porque não convém te contrariar... Tudo tem uma explicação material.

Veja esta: foi na época em que os rádios portáteis começaram a aparecer. O Rio estava racionando energia. Apagão. Cheguei eu da Faculdade à noite, entrei no meu quarto, e da porta mesmo joguei um livro sobre a escrivaninha. Tudo escuro. Virei as costas para sair. Foi quando ouvi uma voz super-cavernosa atrás de mim. Gelei. Fantasma? Não. O meu rádio estava com mau contato no volume, e eu devo tê-lo deixado ligado sem saber. Quando o livro bateu nele, restabeleceu-se o contato, e, ligado, o som voltou. O caso é que o rádio estava sintonizado na Rádio Nacional, que apresentava às 10h30 da noite a "radiofonização" das aventuras do SOMBRA (aquele do "ninguém sabe o mal que se esconde nos corações humanos, o Sombra sabe" e vinha umas risadas tenebrosas. Pois foi o que aconteceu. O choque do livro ligou o rádio bem na hora. Por fração de segundos, claro, me apavorei. Mas logo entendi o que acontecera. Fantasma nada.
Chega. Tchau.
Beijos

Adelino disse...

Marilia, desculpe-me, errei seu nome: é Marilia e não Marialia.
Também, já me chamaram de Avelino... Tudo bem. O meu Visualizar está funcionando lentamente.
Beijos