estou com preguiça de escolher palavras para contar minha estoria esquisita.
tudo começou com ele me perguntando se eu gostava de pé de moleque ou de qualquer outro 'docinho' de festa junina. Achei muito chatinho o jeito dele falar.
o cara parece ser do sul, sabe com sotoque de gaucho e olhar de mineiro meio bobo?
é, tem uns tipos que me enervam desde o primeiro momento, coisa de quimica as avessas.
percebi que tinha uma sensação de encontro no ar, mas não era de encontro tipo"date", era coisa soturna, esquisita, de outros lugares, outros tempos.
o sujeito alem de perguntar se eu gostava de doce, disse que me conhecia de algum lugar e eu, sensata, concordei. de verdade, eu também o conhecia de algum lugar, mas juro, não saberia dizer de onde. me deu medo, mudei de ideia, quis ir embora, mas já era tarde, como eu mesma digo, ines era morta. conversei com o moço, sai com o moço, dancei com o moço, e só no fim a gente se lembrou...macabro, ele também era paciente da clinica, anos atras...ficava do outro lado.
hoje, viaja. tem dinheiro. nao trabalha. herdou do avô. ( antigo essa de coisa de herança)
não, nada fisico.
NEM UM TOQUE.
ainda estou sem libido.
também ando com preguiça de sexo. acho que é da idade..., ou efeito borboleta do rivô de todas as noites. sabiam que ando pensando em parar de tomar remedios e aderir, usar erva natural...
estoria chata e lenta, sem emoção, e sem ação.
é que o cara é assim, e tem sotaque de gaucho.
gostei não.